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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Vadia, Não. Sete vezes eu fui traida pelo feminismo


O que tem nesse livro digital?


  • Orgias, álcool, drogas e desvio de dinheiro! Não é o Planalto Central, são as mulheres que dizem lutar pelas mulheres... Será mesmo? Vou te atualizar da verdade nua e crua sobre o movimento de mulheres que eu conheci.

  • No livro eu conto sobre a primeira feminista que conheci na época em que eu era garota de programa (e de como ela adorava isso!).

  • Eu relato ainda um abuso que sofri (por parte de uma mulher!) durante meu ativismo no grupo Femen Brazil.

  • Você vai saber que o linchamento moral e o desejo por suicídio são questões recorrentes entre as meninas que fazem parte do movimento feminista que eu conheci.

  • Por fim vou te fazer questionar! Questionar muito! Principalmente a respeito da questão "submissão". Você acha que as feministas são livres? Engano o seu...Quer saber mais? Leia o livro
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Ex-ativista feminista do grupo radical FemenBrazil lança livro contra o feminismo


Em formato digital, primeira obra de Sara Winter revela bastidores do movimento de mulheres no Brasil

“O feminismo enlouqueceu quando reduziu a mulher a mero panfleto ideológico e precisa voltar à realidade", afirma um dos nomes mais conhecido da nova geração de ativistas em defesa dos direitos da mulher, a paulista do interior de São Carlos (SP), Sara Winter (23). Recém-rompida com o movimento feminista, Sara Winter tornou-se mãe de um menino, identifica-se nas redes sociais pelo adjetivo “pró-mulher" e, na quarta-feira (9), lançou por iniciativa própria seu primeiro livro, “Vadia, Não! Sete vezes que fui traída pelo feminismo" (50 páginas), em formato digital.


A obra está causando desconforto em mulheres ligadas ao movimento feminista brasileiro por, supostamente, revelar seus bastidores por meio de setes relatos da experiência de Sara Winter no movimento de mulheres do Brasil. A autora sempre enfrentou resistência por parte do movimento de mulheres devido à forma de protesto que utilizava (topless, nudez frontal e intervenções polêmicas) para chamar atenção no espaço público a temas relativos ao desrespeito e violência contra a mulher brasileira. 


“Para ser treinada pelo grupo de ativismo radical, Femen, em sua sede, na Ucrânia, deixei o emprego que tinha no maior jornal da minha cidade, desisti de continuar minha faculdade de Relações Internacionais, e abracei o movimento feminista com toda sinceridade e destemor", afirma Sara Winter. “Mas ao final eu pensava em suicídio e era constantemente “policiada" pelas feministas desde que me apaixonei por um homem!", desabafa. 


O livro em formato digital tem sete capítulos e traz reflexões da autora sobre como o movimento feminista, no Brasil, trata suas ativistas heterossexuais como cidadãs de segunda classe e questiona o quão livre são as mulheres feministas que “vivem submissas a um código de comportamento difusor de misandria (aversão ao sexo masculino) e, atualmente, submisso à ideologia de gênero para a qual a mulher é apenas uma construção social e não uma pessoa", afirma Sara Winter. 


Polêmica


A cada livro vendido Sara Winter compromete-se a doar R$1,00 para iniciativas “pró-vida" (que defendem a mulher e a vida do bebê) escolhidas pelo público. O que poderia ser apenas um gesto de filantropia revela o novo posicionamento da ativista com relação a temas tão afins com o movimento feminista como o aborto e a saúde reprodutiva. 


Além de revelar sua experiência negativa junto ao ativismo do movimento feminista, a obra de Sara Winter também critica a aliança de mulheres ativistas com o movimento LGBT, que representa gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. 

“Essa tentativa de forçar um campo de luta em comum entre feministas e o movimento LGBT é prejudicial apenas para um dos lados: as mulheres", comenta Sara Winter. “Agora há decisões judiciais para que homens que 'se sentem mulher' possam violar o direito das mulheres de terem banheiros privativos, por exemplo. A mulher é uma mera construção social? Ser mulher é um mero sentir? Quero juntar-me às vozes que discordam desse ato de loucura e violência contra a mulher", ela continua. 


Digital


Para produzir e divulgar “Vadia, Não!", Sara Winter utiliza-se de uma assessoria estratégica em marketing digital, aproveitando ao máximo a comunicação com seus seguidores nas redes sociais. A estratégia não para com o livro: a ativista irá lançar ainda este mês um mini treinamento, “Mulheres Livres", no qual ajudará mulheres a identificar e combater relacionamentos abusivos. Tudo por meio de vídeos e encontro na internet.


Além disso, agendou para segunda-feira (14), às 20h (horário de Brasília), um encontro com sua audiência por meio de transmissão ao vivo pela internet, momento em que fará o lançamento oficial do livro. “Sou uma ativista do meu tempo. Deixei as bravatas de lado, venci o discurso de ódio do feminismo e a misandria que me custou inclusive problemas de saúde", afirma Sara Winter. “Agora, tudo que eu quero é que meu filho possa viver em um mundo mais seguro para ele e para as mulheres. Meu ativismo continua, mas com estratégia, inteligência e curado do feminismo que hoje confunde a luta por políticas públicas para as mulheres com ódio e repulsa aos homens", provoca Sara Winter. 


SERVIÇO


Livro: “Vadia, Não! – Setes vezes que fui traída pelo feminismo" 


Formato digital: em .pdf e .epub (para leitura em tablets) 

Valor: Pré-venda de R$12,50 

Facebook Sara Winter: https://web.facebook.com/sarawinter13/

Site de venda: www.sarawinter.com.br

Contato: contato@sarawinter.com.br

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