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O empresário e o travesti em Rio Preto

Luciano Alvarenga

Essa semana em Rio Preto um empresário, em nome do descanso e do silêncio, que aliás, é um direito antes de ser uma questão de respeito que uns devem aos outros, foi até a frente de sua casa onde alguns travestis fazem ponto. Uma hora da madrugada e a algazarra corria solta. O empresário pede silêncio dada a situação e o horário.

Resumo da ópera, ele teve o rosto cortado por um estilete, manipulado por um dos travestis, que deixou um rasgo de 22 cm em sua face. O que isso significa? O obvio, a bandidagem, o mal caratismo, o crime, intimidação, o desrespeito e a violência gratuita tomaram conta da cena urbana brasileira. Se ele enchesse o travesti de porrada e cortasse sua cara com uma faca, já estaria preso e respondendo processo por preconceito sexual, racismo, tentativa de homicídio. Isso é outro lado do que se entende no Brasil por justiça social.

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