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domingo, 10 de maio de 2015

Babilônia: o angu de perversões

Luciano Alvarenga
Duas semanas depois de ter começado, a novela Babilônia, teve uma queda histórica de audiência. O telespectador rejeitou prontamente o angu de violência, promiscuidade, casamento gay de idosos, traições amorosas, desequilibrados mentais crônicos, mais perversões de todo tipo. A luz amarela ascendeu na Globo.

A globo tornou suas novelas, especialmente a das 9, um folhetim de debates sobre temas que ninguém está interessado. Quer que engulamos a maneira de ver o mundo, de gente que vive num mundo onde não vivemos. O nome Babilônia já é prá despertar incômodo na audiência religiosa. A novela que deveria ser leve, gostosa, amena, engraçada, tornou-se mais um peso, mais um incômodo, mais uma chateação no dia a dia. Quem vê novela quer distrair-se, não ficar com raiva.

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