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Dilma e o 1º de Maio

Luciano Alvarenga
Dilma não fará o já tradicional pronunciamento dos presidentes brasileiros no dia 1º de maio. Ela sabe que se abrir a boca, terá que engolir um panelaço.
A presidanta está no palácio, mas não governa. Está no poder, mas não possui autoridade. A retração econômica do pais hoje, é a pior em 20 anos. Voltamos à era Collor.
Dilma afundou o país numa crise aguda. O PT imaginou que poderia com dinheiro não contabilizado, contabilidade criativa enganar todo mundo o tempo todo. Inflação, desemprego, juros altíssimos, economia parada, é o quadro do PT no poder.
Michel Temer, vice presidente, Renam Calheiros, presidente do Senado, Eduardo Cunha, presidente da camara federal, todos do PMDB, são eles que mandam no país. Aliás, pode ser até bom, alguém precisava tirar um pouco o poder das mãos do PT. Já que o marketing político da campanha eleitoral colocou a presidanta no poder novamente.
Crise política, econômica, o mais grave caso de corrupção na história do país, a Petrobrás, um presidente fraco e temos a maionese em que o Brasil se encontra.
O medo da Dilma em falar em rede nacional evidencia com clareza o quanto ela uma presidenta nanica, fraca, e sem poder nenhum de comandar a nação. 
Dilma não dirá nada no primeiro de Maio por que nada tem a dizer.
Seu governo é um desgoverno. Sem projeto, sem programa, sem ideias, com uma equipe de ministros que parece uma secretaria de cidade do interior, seu governo é tão medíocre como ela.
A Dilma é a verdade do PT, um partido que ruiu em suas megalomanias, um partido de 50 anos atrás. Um partido que apoia a ditadura que faliu Venezuela, que bate palmas à ditadura mais longeva do mundo, Cuba.

O PT acabou, é hoje o arroto de uma ideia morta. Daqui até o fim desse governo o que teremos é crise secundando crise. Se Dilma for minimamente responsável, renunciará.

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