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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

1968 só podia terminar em pedofilia

Luciano Alvarenga

Segundo a justiça brasileira explodiu na internet o consumo de pornografia infantil e pedofilia. O crescimento é estarrecedor. As facilidades na internet aliada aos novos aparelhos e aplicativos pra telefone celular torna cada vez mais difícil reprimir o crescimento desse tipo de crime.
A decisão da promotoria pública de São Paulo é oferecer palestras nas escolas, e aulas com jovens e outrens sobre pedofilia e pornografia infantil.
É claro que isso não resolve nada, por uma questão muito simples. Quem consome pornografia, seja infantil ou não,  e promove pedofilia, o faz conhecendo muito bem as razões e implicações de tais coisas.
O centro do problema é outro. É a desfiguração do tecido social comunitário, o raquitismo das autoridades e a anemia moral que toma conta da sociedade.
Não é possível termos ao mesmo tempo, um discurso poderoso da publicidade e propaganda e nas mídias, de que todos podem tudo e que tudo é uma questão de escolha pessoal, uma invasão da vida privada pelo Estado definindo obrigações e posturas das famílias, legalizando atitudes e comportamentos frontalmente contrários a tradição nacional, e não termos uma explosão de comportamentos criminosos como pedofilia ou, e outros, como desrespeito a lei, a ordem institucional, e a mais completa desmoralização dos poderes.
Cinquenta tons de cinza é o lado permissivo de uma sociedade que nos seus subterrâneos vem se permitindo coisas muito mais graves e criminosas.
Querer mudar esse estado das coisas com palestras é uma piada. Ou a cultura de rebeldia gratuita e libertinagem tem paradeiro, ou coisas como pedofilia entrarão em breve nos discursos dos deputados progressistas, que defenderão sua prática como forma de integrar as crianças ao mundo adulto.
Aliás, nos estados unidos, congressistas e intelectuais ditos progressistas  já defendem isso.


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