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Ritalina é Coca Cola da indústria farmacêutica

Por Luciano Alvarenga

Nos últimos dez anos aumentou em 775% o consumo de ritalina no Brasil, segundo reportagem publicada pelo diário da região.
Voltada especialmente pra crianças e adolescentes, podemos dizer que esse remédio vem se transformando na coca-cola da indústria farmacêutica.
Pais, alunos, adultos em geral e médicos estão convencidos de que existe uma epidemia de descontrole de comportamento entre crianças e adolescentes e que elas precisam dessa santo remédio pra serem pessoas normais e bacanas.
Segundo médicos, indústria farmacêutica e escolas os alunos estão doentes, não prestam atenção na aula, não tem foco, possuem déficit de atenção, não aprendem, estão desinteressados.
Nesse caso, dê ritalina a eles e tudo vai se consertar como que por mágica.
Não é verdade, é tudo trololó. Estão viciando as crianças e adolescentes. É claro que existe crianças com TDH, mas são uma parcela pequena, talvez ínfima.
As crianças e adolescentes não estão doentes, estão sadias. Eles não gostam de escola, doentes estariam se gostassem.
A escola é uma das instituições atuais mais obsoletas e atrasadas que temos. A escola é um antro de coisas sem nenhuma importância.
Criança que não gosta de escola está saudável, por que escola é muito chato, e estamos num mundo onde todos fomos ensinados a gostar apenas daquilo que é gostoso, animado, que faz sentido.
Quem está doente é a escola, que não ensina, não inspira, não empolga, não cria nada novo, não ajuda a dar sentido a vida.
Ritalina é a forma mais fácil de continuar enriquecendo a indústria farmacêutica e dando gordos bônus pros médicos que a receitam. Além de ser a maneira mais fácil das escolas lidarem com alunos digitais entorpecendo suas inteligências com drogas químicas que castram sua capacidade.
Numa escola analógica e centenária, alunos digitais parecem hiperativos.


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