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A urna eletrônica é fraudável

Por Luciano Alvarenga


A quantidade de gente, professores de informática de universidades renomadas no Brasil, técnicos em computação, professores de eletrônica e grandes juristas, denunciam cada vez mais alto as possíveis e inúmeras fraudes possíveis de serem cometidas no sistema de votação brasileiro. Além dos grandes e mais importantes países do mundo não adotarem a urna eletrônica brasileira.
A questão é, por que o TSE se recusa a criar um sistema em que você vota na urna, mas ao mesmo tempo há a impressão em papel do voto? Essa seria uma forma de garantir uma prova material de que o resultado seja verdadeiro.
Por que o TSE se recusa a admitir que a urna é fraudável, mesmo depois que técnicos e professores da UNB e da Unicamp entre outras universidades foram chamados pra testes nos TSE e mostraram as possíveis falhas do sistema? Por que o TSE não admite os problemas mesmo tendo visto que eles existem.
Por que segundo as regras do TSE, o resultado das urnas pode ser questionado pelos partidos políticos, mas os partidos estão proibidos por lei, de dizer, o que viram sobre as urnas?
Por que usamos um sistema eletrônico de voto que só técnicos escolhidos e de alta competência podem operar. E por que será que na Alemanha, o sistema é simples o suficiente pra que qualquer cidadão, independentemente de sua escolaridade, possa entender o sistema e ser fiscal na eleição?
A eleição no Brasil virou um negócio que este ano atingiu a bagatela de 74 bilhões. Tenho a impressão que a democracia no Brasil é de fachada. E o segredo, o sigilo, as coisas cada vez mais estranhas sobre as urnas, evidenciam que tem coisa muito mal explicada por trás de tudo isso, e tem muita gente interessada que a coisa seja como é.
O sistema por urna amadureceu muito rápido, e é muito simples pra que seja seguro. É simples demais pra ser seguro, e é complexo demais pra ser entendido por qualquer um.
Tem coisa errada nisso.
Tem muita gente insuspeita denunciando, muita gente decente afirmando que tem muito patuá nessa história.


Por fim, a partir de 2016 todos os ministros do STF serão da safra das indicações dos presidentes petistas. Ou seja, podem estar em linha com o governo.

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