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Rio Preto quer mudança



Esta semana começa a campanha de TV e rádio dos candidatos a prefeito em Rio Preto e no Brasil e, é na verdade quando a campanha realmente começa.
O que Rio Preto realmente quer? O que sua população deseja, de fato, dessa cidade que ela adora morar?
A população está contente com a cidade? Está. Mas quer mudanças. Está gostando do que está vendo em termos de infraestrutura? Sim, está. Mas não será esse sentimento de contentamento que guiará o eleitor em 7 de outubro.
A população sempre traduz os novos tempos antes dos políticos. Primeiro muda a sociedade, as pessoas, e apenas depois a política muda. E a população de Rio Preto mudou, está diferente, mais confiante, mais altiva, mais exigente. Nossa querida população, hoje, é mais complexa, mais preocupada com a maneira como as coisas andam no local onde mora, vive, convive, trabalha.
A Região Norte, antes apenas o estoque de votos de políticos sem compromisso com aquela região, hoje não apenas continua importante eleitoralmente, mas sabe cada vez mais o que quer, como quer e o que fazer para ser um ótimo lugar para ser morar.
Essa população que estuda, trabalha e melhora de vida vai votar diferente nessa eleição. Rio Preto quer um prefeito em consonância com a cidade, moderno, preparado, jovem, com experiência, capacidade de fazer aquilo que só quem tem preparo pode fazer. A população quer um prefeito que se pareça com ela, batalhador, empreendedor, otimista, gentil, com esperança nos olhos.
Uma gente que luta todos os dias, que cria os filhos e trabalha, que faz amigos e ama Rio Preto, que melhora de vida e quer melhorar mais ainda, precisa de um prefeito que ajude a cidade a ser mais. Mais bem administrada, mais ética, com mais eficiência no uso do dinheiro do povo, que saiba melhorar aquilo que a população precisa.
Um prefeito que cuida de tudo aquilo que a população precisa e usa, ajuda as pessoas a melhorarem mais rápido. A população não quer favor, ela quer um prefeito que seja como ela: trabalhe, lute, conquiste as coisas para a cidade, seja honesto, esteja por perto e tenha sensibilidade e carinho com os problemas das pessoas.
A população não quer ajuda, não quer favor, quer planejamento, quer gestão de qualidade nos serviços públicos. Ela quer seriedade, competência e empenho em fazer o que precisa ser feito.
Muita coisa pode ir bem, mas se Educação, Saúde e Transporte Público vão mal, quem paga o preço mais alto é a população.
Não adianta ter recursos para fazer as coisas se as coisas que precisam ser feitas nunca são. Luciano Alvarenga 

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