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Rio Preto: Por que ser prefeito?


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Ter pinto é crime

Luciano Alvarenga
Uma coisa é o movimento feminista, outra, são as mulheres. Feministas gostam de política, ou pelo menos de terem contra o que levantar suas bandeiras de ódio; mulheres gostam de homens e de uma vida alem da política. O movimento feminista foi desde o princípio, pelo menos aquilo que se pode chamar assim, nos anos 1950, não em direção as mulheres, mas contra os homens. O homem sempre foi o alvo do movimento; não se trata de libertar a mulher seja do que for que se imagine ela precise ser liberta, mas de constranger o masculino de tal forma que o movimento feminista, não as mulheres, tenha mais e mais poder. Aliás, o movimento feminista não está nem ai com as mulheres, basta ver o absoluto silêncio desse movimento em relação à presença de um jogador de vôlei masculino (há quem acredite que lhe terem amputado o pênis e convertê-lo numa vagina, o tornou mulher, kkkkk) num time feminino, sem que isso cause o menor constrangimento político no movimento feminista (aqui é mais…

Folha de São Paulo continua perdendo assinantes

"Por Claudio C.B.
O artigo de César Benjamin acabou tendo uma utilidade! foi a gota d’água para cancelarmos a assinatura da Folha em nossa casa, que já perdurava por cerca de 40 anos!"
na integra http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/12/01/quando-se-perde-o-pulso-dos-leitores/

Eu cancelei minha assinatura em 2007, quando descobri que a Folha não havia dado uma linha sobre a criação do primeiro Instituto Internacional de Neurociências de Natal pelo cientista brasileiro e candidato ao Nobel de Ciência Miguel Nicolelis. Se o principal jornal do pais não fala nada sobre um fato que reuniu os 80 principais cientistas do mundo naquele cidade, então ela não é o maior jornal do país. L.A

O queijo e os vermes

Luciano Alvarenga
O Brasil é hoje o maior consumidor de crack do mundo; o segundo maior consumidor de cocaína das Américas; o maior entreposto de tráfico internacional de entorpecentes do planeta. Essas marcas, alcançamos em apenas trinta anos; os mesmos trinta anos da democracia social-liberal de esquerda do PSDB/PT/MDB. Essa “nova” realidade é uma tragédia em si, mas não é a única. No lastro produzido pelo discurso esquerdizante de que bastam liberdade e distribuição de dinheiro do Estado pra que se consiga fundar um país novo, outra realidade se desenvolveu entre nós. A dos profissionais que transitam entre a legalidade e a ilegalidade, entre o honesto e o corrupto, entre o certo e o errado. E são esses profissionais, hábeis na “arte” de corromperem e serem ‘honestos’, os que mais se dão bem; isto é, ganham dinheiro, fama e reconhecimento social. Em praticamente todas as áreas de ação das profissões liberais, médicos, advogados, arquitetos, contadores, jornalistas e mais todos os outr…