Pular para o conteúdo principal

True Outspeak ou sobre a Ditadura no Ocidente




Valmir disse...
Oi Luciano, nao tenho seu e-mail por isso te acho aqui... rsrs
ve isso
http://www.youtube.com/watch?v=VYv5RB0tEfY

Comentários

Eder Juno disse…
Olavo de Carvalho é uma pessoa que merece respeito. Mas ao mesmo tempo tem uma visão unidimensional sobre algumas questões, tal qual a manipulação e o mal do tabagismo. Me lembra muito a relação que costumo pensar sobre Jung e Freud: Jung viu que havia um barulho dentro das paredes, julgou tal como sendo espíritos; já Freud também percebeu, mas viu que eram apenas ratos.

O que quero dizer é que os dados das pesquisas as quais Olavo está se apoiando deveriam ser revistos. E apesar de estar percebendo um comportamento e ideias homogêneas na população, e ao mesmo tempo, conhecer a forma de poder que a mídia possui por sí só, induz de modo unidimensional ligando uma coisa a outra, sobre um fato que poderia ser visto através de vários outros pontos de vista, ainda está em aberto - mas, infelizmente, Olavo acredita neste argumento.

Postagens mais visitadas deste blog

Se o mundo tivesse 100 pessoas LEGENDADO (premio Cannes)

Ter pinto é crime

Luciano Alvarenga
Uma coisa é o movimento feminista, outra, são as mulheres. Feministas gostam de política, ou pelo menos de terem contra o que levantar suas bandeiras de ódio; mulheres gostam de homens e de uma vida alem da política. O movimento feminista foi desde o princípio, pelo menos aquilo que se pode chamar assim, nos anos 1950, não em direção as mulheres, mas contra os homens. O homem sempre foi o alvo do movimento; não se trata de libertar a mulher seja do que for que se imagine ela precise ser liberta, mas de constranger o masculino de tal forma que o movimento feminista, não as mulheres, tenha mais e mais poder. Aliás, o movimento feminista não está nem ai com as mulheres, basta ver o absoluto silêncio desse movimento em relação à presença de um jogador de vôlei masculino (há quem acredite que lhe terem amputado o pênis e convertê-lo numa vagina, o tornou mulher, kkkkk) num time feminino, sem que isso cause o menor constrangimento político no movimento feminista (aqui é mais…

Sem chão nem utopia

Luciano Alvarenga A grande promessa da modernidade foi oferecer liberdade contra tudo e qualquer coisa que pudesse impedir os indivíduos de fruírem a vida sem amarras. Podemos dizer que, tal liberdade foi conquistada plenamente, e ainda que alguns resquícios de passado, com suas imposições e limites ainda resistam, derretem rapidamente nesse momento; não deixando atrás de si nada que possa servir como estandarte pra novas rebeliões. Não há contra o quê se rebelar. Todos os sólidos do passado, seja moral ou secular, estão liquefeitos; ao indivíduo resta apenas o destino de se guiar, tendo a si mesmo como referência. Ao mesmo tempo em que goza de todas as liberdades, vividas ou sonhadas, realizadas ou posta como possibilidade, o que se desenha nas pegadas daquele indivíduo é o medo, o receio, a insegurança, a incerteza em relação a si mesmo e aos seus destinos possíveis. A própria ideia de destino nada mais é que uma imagem, uma ilusão de quem ainda pensa que se guia de acordo com alguma r…