Pular para o conteúdo principal

O preço social das drogas


Segundo informações publicadas recentemente de cada 10 pessoas que pedem dispensa médica junto ao INSS, 8 é por motivo relacionado ao uso de drogas.
Isso tem acarretado um crescente gasto, na casa de centenas de milhões, por parte do governo no tratamento destas pessoas.
O combate duro e implacavel nos estados unidos desde os anos 80 contra as drogas tem suas razões nos números agora sobre o Brasil. A dependência química, seja qual for, deságua no sistema de saúde pública tornando os gastos com tratamento dessas pessoas cada vez mais caros.
Resumindo, quem paga no fim das contas o preço da dependência química é a sociedade, até por que pelo que eu saiba, os planos de saúde não cobrem esse tipo de coisa.
Então vamos lá, o cara se vicia em drogas, pode até ser cerveja, faz isso por que entende que é seu direito como individuo decidir sobre a própria vida, mas uma vez viciado, é no sistema púbico de saúde onde irá parar. Quem paga a conta é a sociedade.
Como reverter isso. Policia apenas não resolve como já está claro nos Estados Unidos, e aqui também não tem resolvido nada.
A única coisa que pode minorar isso é o investimento mássico em educação, o acompanhamento das famílias via escolas, e a parceria entre igrejas, escolas, empresários, ONGs, policia, políticos e juízes.
Sem uma parceria da sociedade toda contra essa cultura do faça o que você quiser, inclusive usar droga, não haverá resultado. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o mundo tivesse 100 pessoas LEGENDADO (premio Cannes)

Ter pinto é crime

Luciano Alvarenga
Uma coisa é o movimento feminista, outra, são as mulheres. Feministas gostam de política, ou pelo menos de terem contra o que levantar suas bandeiras de ódio; mulheres gostam de homens e de uma vida alem da política. O movimento feminista foi desde o princípio, pelo menos aquilo que se pode chamar assim, nos anos 1950, não em direção as mulheres, mas contra os homens. O homem sempre foi o alvo do movimento; não se trata de libertar a mulher seja do que for que se imagine ela precise ser liberta, mas de constranger o masculino de tal forma que o movimento feminista, não as mulheres, tenha mais e mais poder. Aliás, o movimento feminista não está nem ai com as mulheres, basta ver o absoluto silêncio desse movimento em relação à presença de um jogador de vôlei masculino (há quem acredite que lhe terem amputado o pênis e convertê-lo numa vagina, o tornou mulher, kkkkk) num time feminino, sem que isso cause o menor constrangimento político no movimento feminista (aqui é mais…

Sem chão nem utopia

Luciano Alvarenga A grande promessa da modernidade foi oferecer liberdade contra tudo e qualquer coisa que pudesse impedir os indivíduos de fruírem a vida sem amarras. Podemos dizer que, tal liberdade foi conquistada plenamente, e ainda que alguns resquícios de passado, com suas imposições e limites ainda resistam, derretem rapidamente nesse momento; não deixando atrás de si nada que possa servir como estandarte pra novas rebeliões. Não há contra o quê se rebelar. Todos os sólidos do passado, seja moral ou secular, estão liquefeitos; ao indivíduo resta apenas o destino de se guiar, tendo a si mesmo como referência. Ao mesmo tempo em que goza de todas as liberdades, vividas ou sonhadas, realizadas ou posta como possibilidade, o que se desenha nas pegadas daquele indivíduo é o medo, o receio, a insegurança, a incerteza em relação a si mesmo e aos seus destinos possíveis. A própria ideia de destino nada mais é que uma imagem, uma ilusão de quem ainda pensa que se guia de acordo com alguma r…