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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Steve Jobs e o espírito religioso

Luciano Alvarenga.

As pessoas estão mais religiosas ou menos? Creem mais ou não? A ciência está dominando as consciências e empurrando a todos para um mundo descrente, ou estamos vivendo um renascer religioso?
São perguntas importantes. Me perguntei tais coisas em função da morte do arquiteto da Apple Steve Jobs.
. Hoje os moderninhos gostam de afirmar sua superioridade mental ...por que, segundo eles, não se deixam enganar pelas religiões. Interessante, afirmar que a religião é tudo de ruim é fácil, difícil é entender qual o seu significado e sua importância para todas as civilizações antes de nossa.
Se quisermos entender um pouco o por quê da impressão que temos de decadência, basta percebermos o enfraquecimento do espírito religioso.
Afogados que estamos numa vida que busca pequenos prazeres, apenas satisfação de desejos fúteis, vazios, imediatos e sem siginificados maiores e mais profundos, o que estamos vivendo na verdade é uma vida sem destino, e, portanto sem sentido.
Segundo o historiador inglês Arnold Toynbee o “destino das civilizações está inerentemente vinculado à imaginação religiosa... Se o vigor espiritual e o senso de origem e destino energizam uma civilização e a conduzem ao seu ápice, a ignorância do que isso significa leva a desmoralização e ao declínio”.
Tais palavras foram escritas a 150 anos e me parecem absolutamente atuais. A verdade é que a ciência e a tecnologia não podem responder as necessidades espirituais dos seres humanos. Apenas a religião.
Ao nos lançarmos na modernidade ao culto à ciência e a tecnologia nos afastamos dos sentidos que apenas a imaginação religiosa é capaz de criar.

Um comentário:

biojfr disse...

Segundo o historiador inglês Arnold Toynbee.....

por isso mesmo ouve a idade media