Pular para o conteúdo principal

Cristovam Buarque quer criar 'grupo de apoio à faxina' nos Transportes

Cristovam Buarque quer criar 'grupo de apoio à faxina' nos Transportes

Senador do PDT diz que iniciativa é reação a parlamentares do PR, partido mais atingido pelas denúncias, que ameaçam retaliar Dilma no Congresso
Rosa Costa, Agência Estado
Por iniciativa do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), começa a ganhar força no Senado a ideia de criar um grupo de apoio à iniciativa da presidente Dilma Rousseff de exonerar servidores suspeitos de envolvimento em esquemas de corrupção no governo. Pela conversa que teve com senadores da base aliada e da oposição, Cristovam acredita que a iniciativa se justifica como uma reação a parlamentares do PR que ameaçam retaliar Dilma saindo da base de apoio do governo.
"Quero mostrar que, com as faxinas, a presidente Dilma pode ter mais apoio do que não fazendo nada", afirma. "A maior desmoralização que pode ocorrer no Congresso é alguém mudar de lado por oposição a medidas moralizadoras".
O grupo não foi ainda batizado. Se depender dos seus objetivos, Cristovam acredita que o nome mais adequado é mesmo o de "grupo de apoio à faxina". "Precisamos barrar a ideia de que a presidente está balançando por causa das medidas corretas que adotou", frisou.
Cristovam diz que seus colegas, inclusive os da oposição, se mostram dispostos a encampar a ideia. "O certo é que todos concordam com a ideia de dizer à presidente Dilma para ir em frente, como fez há pouco, da tribuna, o senador Pedro Simon", informa.
"De certa forma, foi Simon quem inspirou a ideia", lembra. Além de Simon, apoiam a criação do grupo, entre outros, os senadores Eduardo Braga (AM), Vital do Rego (PB) e Ricardo Ferraço (ES), do PMDB, e o líder do PDT, Acir Gurgacz (RO). Cristovam disse que não procurou parlamentares do PT, por entender que "seria redundante ouvir os colegas do partido da presidente".

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se o mundo tivesse 100 pessoas LEGENDADO (premio Cannes)

Ter pinto é crime

Luciano Alvarenga
Uma coisa é o movimento feminista, outra, são as mulheres. Feministas gostam de política, ou pelo menos de terem contra o que levantar suas bandeiras de ódio; mulheres gostam de homens e de uma vida alem da política. O movimento feminista foi desde o princípio, pelo menos aquilo que se pode chamar assim, nos anos 1950, não em direção as mulheres, mas contra os homens. O homem sempre foi o alvo do movimento; não se trata de libertar a mulher seja do que for que se imagine ela precise ser liberta, mas de constranger o masculino de tal forma que o movimento feminista, não as mulheres, tenha mais e mais poder. Aliás, o movimento feminista não está nem ai com as mulheres, basta ver o absoluto silêncio desse movimento em relação à presença de um jogador de vôlei masculino (há quem acredite que lhe terem amputado o pênis e convertê-lo numa vagina, o tornou mulher, kkkkk) num time feminino, sem que isso cause o menor constrangimento político no movimento feminista (aqui é mais…

Sem chão nem utopia

Luciano Alvarenga A grande promessa da modernidade foi oferecer liberdade contra tudo e qualquer coisa que pudesse impedir os indivíduos de fruírem a vida sem amarras. Podemos dizer que, tal liberdade foi conquistada plenamente, e ainda que alguns resquícios de passado, com suas imposições e limites ainda resistam, derretem rapidamente nesse momento; não deixando atrás de si nada que possa servir como estandarte pra novas rebeliões. Não há contra o quê se rebelar. Todos os sólidos do passado, seja moral ou secular, estão liquefeitos; ao indivíduo resta apenas o destino de se guiar, tendo a si mesmo como referência. Ao mesmo tempo em que goza de todas as liberdades, vividas ou sonhadas, realizadas ou posta como possibilidade, o que se desenha nas pegadas daquele indivíduo é o medo, o receio, a insegurança, a incerteza em relação a si mesmo e aos seus destinos possíveis. A própria ideia de destino nada mais é que uma imagem, uma ilusão de quem ainda pensa que se guia de acordo com alguma r…