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sábado, 26 de março de 2011

Paraibuna e a destruição da Igreja Matriz 3

Luciano,
Muito mais gente se indignou e se mobilizou para impedir a continuidade do desastre.
Teve gente que ficou até tarde da noite de ontem discutindo o que fazer.
Nesta sexta enquanto uns enrolavam os operários para pararem outros (inclusive o coordenador da comissão de patrimonio historico da Fundação) foram até à Prefeitura para agilizar o embargo. Outros foram até o Promotor pra ver o que fazer. Outros foram até ao Bispo o qual ignorava o tamanho da tal obra e aparentemente não gostou tambem do trabalho. O fato é que parou o estrago e não vai continuar mais. É ajuntar os cacos e arrumar o que foi detonado. Levantaram até uma lei de 1988, quando da reforma da Praça, de autoria (quem diria) do Sr Luiz Gonzaga (então Prefeito) que determina que qualquer alteração na praça, que envolva alteração de patrimonio hisorico, tem que ser precedida de plesbicito popular.
O interessante que teve jovens, adultos e idosos envolvidos na operação de embargo à obra. Acho isso muito bom.
Um abraço.

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