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quinta-feira, 24 de março de 2011

Em momentos de crise, um colo amoroso


Quando sabemos de verdade quem somos e a força do nosso caráter, quando precisamos dele. E nunca sabemos mais de nós mesmos e tão profundamente do que quando estamos em dificuldades, tristes e abatidos.
É nesse momento que nossas idéias, inspirações, nossas crenças devem ser evocadas. São nesses momentos de dor que precisamos nos lembrar daquelas velhas histórias que nossas famílias sempre contaram e contam de tempos passados. Histórias de força, histórias de superação.
O que é uma dificuldade grande é uma crise, e o que é uma crise, é o inicio de uma nova fase. Por que precisamos ser fortes em momentos de crise, por que nada nasce sem dificuldades e dores. É nesse momento também que entendemos como são importantes as pessoas que nos rodeiam, nossas mulheres ou maridos, nossos filhos e amigos íntimos. Por que são eles que não nos deixam esquecer quem somos, nossa história, por que somos amados e queridos.
São nossos parceiros de vida inteira que nos conhecem, que sabem quem somos, que sabem onde mora nossa maior força e também nossas fraquezas que podem nos dar a mão, um abraço, um colo amoroso e nos ajudar a passarmos estas importantes e difícieis fases.
É nessas horas que é muito triste ser sozinho, não há colo a que recorrer. Por isso somos melhores quando amamos e cultivamos o amor a nossa volta. Nunca estamos sozinhos quando temos quem nos ame. É por isso também que precisamos deixar que as pessoas nos consolem, no animem, elas sabem como levantar nosso moral, nos fazer ter força para sentir as dores da crise, viver cada triste momento de dor, mas sabedores que tudo passa e um novo amanhã sempre levanta a nos dar esperança e vontade de continuar.
É forte quem reconhece seus momentos de fraqueza e permite que os seus se aproxime, mas é mais forte ainda quem se deixa entristecer, se abater, chorar, desanimar e em seguida encontrar força para levantar e seguir.
Viva e deixe viver, nosso corpo e nossa alma também precisam silenciar, aquietar, encorujar e nesse silencio da tristeza reencontrar novamente o caminho do trabalho, da alegria do contentamento.
Não queira antes o que só pode vir daqui a pouco.
Aproveito para mandar um abraço fraterno e esperançoso ao meu atento ouvinte Donizete, marido da minha colega de profissão Lana. Força e paz meu amigo. Luciano Alvarenga

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