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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Câmara de Paraibuna

Enviado por Voz da Consciência 
"Se você assistia o desenho animado da She-ra, lembra-se que ao fim de cada episódio o Geninho aparecia e dizia: “Oi sou eu, o Geninho, vocês viram onde eu estava escondido, dêem mais uma olha... olha eu aqui”.
Todo esse alvoroço criado na Câmara Municipal de Paraibuna embora tenha tem lá no fundo um único motivo, tem muitos personagens e um específico que está passando despercebido aos olhos de todos, mas vamos guardar essa para o final e entender alguns pontos importantes.
A vereadora prof. Helô, por duas vezes a mais votada e cunhada do prefeito, já na época da campanha em 2008 era invejada por alguns candidatos da sua coligação que imaginavam que, o então candidato a prefeito, Barros daria vantagens e preferência a sua cunhada prof. Helô. Inveja tanta que o Barros não podia ser visto em campanha só com ela, os enciumados tinham de estar juntos. Alguns deles foram eleitos e agora travam uma guerra com qualquer um que se posicione próximo a prof. Helô.
Tal comportamento pode ser explicado por outra perspectiva, a prof. Helô é a primeira mulher a assumir o cargo de vereador no município e alguns dos vereadores não estão acostumados a falar de igual pra igual com uma mulher. Independente de muita coisa, a vereadora representa a ascensão da mulher na sociedade e como sabemos a mulher tem muito mais jeito para lidar de forma democrática com as divergências e tem mais capacidade para administrar as adversidades e isso assusta os velhos políticos que não querem largar o osso.
Um exemplo claro disso é que até determinado momento todos percebiam o vereador Daniel como um aliado do vereador Klinger, mas diante da indignação de seus eleitores - que como muitos, vêem o ex-presidente como oposição ao Barros - Daniel cedeu e acordou com o vereador Ronaldo sobre a presidência da Câmara. A quem atribuíram a faceta? À vereadora, que sem dúvida deve ter intermediado, e óbvio com o consentimento do prefeito.
Resultado o ex-presidente se submeteu a uma aliança com o vereador João Batista, mas os dois pagaram caro, pois tiveram que buscar o apoio do vereador Juninho e este tributo ainda será cobrado. Aqui cabe um parêntese, João Batista na última legislatura apanhou como cachorro magro, os seus desafetos esperavam que Klinger no mínimo não desse espaço a ele, e agora até o Juninho que vive batendo na mesa e dizendo que não é pau mandado de ninguém recebe as dicas de como conduzir a sessão – do mesmo João Batista que ele próprio diz ter tomado uma rasteira traiçoeira na configuração em que o Loureiro comprou o grupo do João Sales e Juninho ficou chupando o dedo.
Contudo, embora inexperientes, Ronaldo, Daniel e Roberto lidam melhor com as mudanças que o mundo impõe, enquanto os velhos políticos esmurram a mesa para dizer que eles mandam. E este é o ponto, o personagem que está escondido, o Geninho do desenho da She-ra.
Ele não quer voltar a ser prefeito, vice ou qualquer outro cargo, ele quer ter um prefeito que atenda aos seus interesses particulares e isto já está combinado entre eles.
Na “ante-sala” do plenário reúnem sem Juninho, Klinger, João Batista e Luiz Gambá".
voz da consciencia

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