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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Até quando?


Rio PReto
Secretários que se recusam a dar explicações e responder perguntas da imprensa, cervejas guardadas na secretaria dos esportes, casos de dengue que passaram dos 60 mil, mas que só podem ser notificados na casa dos 12 mil. Garagem no centro e a destruição de uma praça que ninguém concorda, nem sabe se precisa, mas ainda assim será feita. Feita sabe-se lá por quem para receber sabe quando. Funcionário da saúde que veio da Bahia ganhando salário de primeiro escalão, representando a própria empresa fazendo assessoria que não se sabe exatamente por que nem se realmente é necessário. Uma câmara de vereadores leniente, omissa e que mais se aproveita do Executivo do que o fiscaliza. Dinheiro de aluguel do recinto de exposições, na casa dos 15 mil reais, pagos em espécie e colocados nas mãos de alguém que ninguém sabe quem; dinheiro recebido, dinheiro guardado nunca depositado. Meningite, dengue, cerveja, aluguel, garagem, enfim, um mundo de noticias publicado nestes dois anos, mal explicadas quando explicadas.
Ética, moral e idoneidade. Só consigo pensar nisso quando soterrado pela quantidade de noticias que derrama dos jornais todos os dias. A impressão que tenho é que há uma guerra que tem de um lado o Poder Público Municipal e do outro a população. Enquanto ninguém explica nada sobre coisa alguma, as festas são infestadas de drogas, secretários saem pelo país, e o débito no comércio está em torno de 40 milhões de reais.
No mesmo mês em que uma festa recheada de drogas, aquela festa com nome de parquinho, com aluguel que a cidade não recebe acontece, um homem honesto, integro, de índole e espírito público morria como conseqüência da irresponsabilidade juvenil. De um lado o descaso, a irresponsabilidade pública, do outro os honestos e íntegros morrendo. É a guerra.Luciano Alvarenga
PS: (hoje) Missa de Sétimo dia do Humberto BAitelo.
                              







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